Contactos do Credifin – Banco de Crédito ao Consumo, SA

Se você está à procura dos contactos do Credifin, então é porque ainda não sabe que este banco foi adquirido pelo Banco Cetelem.

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Curso de Gestão de Crédito em Lisboa e no Porto

O Centro de Formação DUAL vai realizar um curso de Gestão de Crédito nos seus Centros de Lisboa e Porto.

Data de início: 12 de novembro de 2013

Data de fim: 5 de dezembro de 2013

Horário: Terças e Quintas (19h – 22h)

Público-alvo:

  • Técnicos administrativos da área financeira e comercial;
  • Gestores de crédito;
  • Técnicos de cobranças;
  • Todas as pessoas que necessitem de gerir créditos.

 

Valor a pagar: 300 euros

 

Caso deseje saber mais e/ou inscrever-se clique aqui.

 

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Limites máximos das taxas de juros para créditos pessoais (quarto trimestre de 2013)

Já são conhecidas as taxas de juro máximas que as instituições de crédito poderão cobrar relativamente aos contratos de crédito pessoal, nos meses de Outubro, Novembro e Dezembro de 2013.

Limites máximos das taxas de juros para o 4º trimestre de 2013:

Cartões de crédito – 24,2%

Linhas de crédito, contas correntes bancárias e facilidades de descoberto - 24,2%

Crédito pessoal para financiar energias renováveis, educação e/ou saúde – 5,9%

Créditos pessoais para outras finalidades – 18,1%

Crédito automóvel – 15,2%

 

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6 erros que desvalorizam a sua casa de habitação

Enquanto proprietário(a), há inúmeros ajustes e acréscimos que você pode fazer na sua habitação.

Mas antes de se lançar em ideias e projetos, tenha calma! É importante ser seletivo com os “melhoramentos”, pois algumas mudanças podem realmente desvalorizar a sua casa.

E por isso, neste artigo irei falar de seis aspetos a ter em conta.

Nota: Cada casa de habitação e região é diferente, por isso, enquanto essa lista inclui tendências gerais, elas podem não se aplicar ao seu caso específico. Use essa informação como um guia, mas verifique sempre com um profissional qualificado antes de tomar uma decisão.

6 erros que desvalorizam a sua casa de habitação

1. Remoção de um quarto

Se você tem um quarto que não é utilizado, pode ser tentador converter esse espaço no ginásio em casa com que você sempre sonhou.

Mas o número de quartos da sua casa afeta diretamente o seu valor, por isso pergunte a você mesmo: você realmente precisa do novo espaço?

Se a resposta for “sim”, então certifique-se de que as mudanças cumprem os códigos de construção para quartos (que podem variar, por isso é melhor verificar com um profissional). Dessa forma, você ainda poderá vender o espaço, no futuro, como sendo um quarto.

Nota: Mesmo que o novo espaço siga os códigos de construção para quartos, o valor da casa vai cair se ele estiver sendo usado para outra coisa qualquer. Por isso, se você estiver a planear vender a casa no futuro próximo, o melhor é converter o espaço em quarto novamente.

2. Renovações medíocres

Um ilha de cozinha de qualidade e bem instalada é uma ótima maneira de aumentar o valor da sua casa. Mas um trabalho imperfeito é facilmente detetável por potenciais compradores, e se eles perceberem que as renovações terão de ser ajustadas (ou refeitas totalmente), eles podem diminuir o valor da oferta.

Para evitar esse problema, pese cuidadosamente os prós e contras de fazer um projeto por si mesmo, antes de começar. Se você decidir contratar alguém, certifique-se que a pessoa / empresa tem boa reputação.

3. Antena parabólica

Vamos ser claros: não há absolutamente nada de errado em ter 1000 canais premium de entretenimento em alta definição. Quanto mais, melhor!

Mas se um potencial comprador conseguir detetar a sua antena parabólica logo que entrar no bloco / bairro, certamente não irá gostar muito.

Se decidir instalar uma antena parabólica, trabalhe com os técnicos de modo a encontrar um local de instalação o mais escondido possível.

4. Manutenção regular

Renovações grandes tendem a ser o “centro das atenções” quando se trata de aumentar o valor de uma casa, no entanto, a manutenção regular pode ser igualmente importante!

De facto, sem manutenção pró-ativa, como limpeza dos fiapos do secador ou mudança do filtro do forno – a sua casa poderá perder até 10% do seu valor.

A manutenção de rotina não protege apenas o valor da sua propriedade como também pode melhorar o encanto, garantir a segurança e evitar que problemas simples se transformem em reparações caras.

5 . Fumar dentro de casa

Uma pesquisa revelou que alguns compradores acreditam que fumar dentro de uma casa pode diminuir o seu valor em cerca de 29%!

Quando você combina isso com o fato de que os incêndios causados ​​por pontas de cigarro ainda são a principal causa de mortes em incêndios em habitações, fumar fora dos espaços interiores torna-se uma obrigação.

6. Instalação de uma piscina acima do solo

Dependendo de onde você mora, uma piscina “enterrada” no solo pode reforçar o valor da sua casa em até 11%. No entanto, a versão acima do solo não é tão popular.

Uma vez que estas não são tão atraentes visualmente, os compradores tendem a pensar nos aspetos negativos da piscina (custos de manutenção e riscos de segurança), e o preço da sua casa pode levar um rombo de cerca de 2%.

Nota: Se você e a sua família simplesmente não podem viver sem um pouco de diversão na piscina, então não deixe que isso o impeça! A diversão na piscina não tem preço!

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5 regras a seguir quando emprestar dinheiro a familiares ou amigos

Quando se trata de emprestar dinheiro a familiares ou amigos, você certamente já ouviu o aviso: Não faça isso!

No entanto, muitos de nós vamos estar nessa situação em algum ponto da nossa vida, quer seja emprestando ou pedindo dinheiro emprestado.

Mesmo os planejadores financeiros, que sabem melhor que ninguém como esses empréstimos podem correr bem ou correr terrivelmente mal, já emprestaram dinheiro aos seus entes queridos e alguns deles se ofereceram para compartilhar as suas regras para fazer com que este tipo de empréstimos funcione bem.

 

1. Oficializar o empréstimo

Você pode pedir para o mutuário (tomador do empréstimo) assinar uma nota promissória que defina os termos do empréstimo.

Isso servirá dois propósitos. Por um lado, esclarece que você está fazendo um empréstimo, não uma doação. Além disso, se o devedor não pagar o empréstimo, você sempre tem a opção de levá-lo a tribunal para obrigá-lo a pagar.

“Crie um acordo escrito com pagamentos fixos, pelo menos mensais (ou seja, não “pagar sempre que puder”) “, é o que recomenda Cheryl Krueger uma planejadora financeira americana.

“Mesmo que ainda falte um ano para data de início, é preciso haver alguma estrutura”, diz ela.

E não se sinta mal por cobrar juros: você deve fazê-lo. “Para não ter problemas com o IRS você deve cobrar uma taxa mínima”, diz Tom Roberts, um planejador financeiro da Florida.

Caso contrário, o empréstimo poderia ser interpretado como uma dádiva (doação) e poderia cair sob as regras fiscais das doações.

Eu sei de um pai que colocou a sua filha em tribunal, o qual penhorou o carro dela. Se ela não pagar de volta o dinheiro que ele lhe emprestou para comprar o carro, ele pode reaver o veículo. Ela definitivamente está levando isso a sério.

 

2. Tenha um plano

Roberts sugere que os credores estabeleçam um plano de pagamento, e que redijam os termos do empréstimo de acordo com as circunstâncias do mutuário.

Vejamos um exemplo de um empréstimo a um membro da família em que ele estava envolvido:

“Nós colocamos um período de carência para deixá-la “levantar-se”, e em seguida, fizemos o calendário de pagamento coincidir com o seu período de pagamento – duas semanas – para torná-lo mais provável de ser pago.”

Essa história teve um final feliz, com o empréstimo tendo sido pago adiantado.

Não se esqueça de considerar o que você vai fazer se um mutuário começar a ter dificuldades em cumprir os pagamentos.

Você considerará modificar os termos do empréstimo? Cobrará uma taxa de atraso? E, mais importante, isso irá criar uma dificuldade financeira para você, caso eles não possam fazer os pagamentos?

Se assim for, é melhor não emprestar.

 

3. Veja além do empréstimo

O mutuário vai comer fora com mais frequência do que você? Vai ao salão de beleza fazer a manicure / pedicure todas as semanas? Tem sempre o telemóvel mais recente ou gadgets de topo?

Essas decisões de gastos podem não incomodá-lo agora, mas vê-los gastar dinheiro levianamente quando lhe devem dinheiro, pode deixá-lo maluco.

“Se você não puder fazer o empréstimo sem julgar as escolhas de gastos, então não o faça”, adverte Krueger.

 

4. Informe o seu cônjuge / companheiro(a)

Seu cônjuge ou companheiro(a) deve estar informado(a) sobre o empréstimo, sugere Brooke Salvini, uma planejadora financeira da Califórnia.

Da mesma forma, se o mutuário tem um cônjuge ou companheira, eles devem entender os termos do empréstimo e aceitá-los também. A forma como os companheiros(as) ou cônjuges reagem ou lidam com o empréstimo poderá criar ressentimentos de longo prazo para todos os envolvidos.

Um dos meus parentes ainda está ressentido por causa de um empréstimo entre membros da família que correu mal há já muitos anos. Ainda que ela não tenha estado diretamente envolvida, aborrece-a o facto do mutuário em falta, ter alegado que o empréstimo foi um presente (doação) e não um empréstimo.

O que a deixou ainda mais irritada, porém, foi a esposa da pessoa que pegou o dinheiro ter ficado do lado de seu marido e se ter recusado a pagar.

 

5. Esteja preparado (a) (e com força) para perdoar

Apesar de todos os esforços, há sempre a possibilidade de uma parte ou todo o empréstimo ficar por pagar. Afinal, o seu devedor é, provavelmente, o que os credores chamariam de “alto risco“, ou eles não estariam pedindo emprestado para você em vez de contrair um empréstimo através dos canais tradicionais.

“Decida quando é o momento de “deixá-lo ir”, e uma vez que você ultrapasse esse ponto, diga ao mutuário que você já perdoou a dívida. Não deixe que o dinheiro “fique atravessado” entre você e o mutuário “, diz Krueger.

Salvini concorda: “Se você não conseguir aceitar a ideia de que os empréstimos pessoais, muitas vezes, se tornam “presentes/doações”, então não empreste o dinheiro para começar, a menos que você se sinta bem com a perda de uma amizade ou sentindo raiva a um membro da família.”

Ela diz que ainda está esperando para ser reembolsada por um empréstimo de 10.000 dólares, para um investimento empresarial (doação) e que foram estas regras que a mantiveram sã.

 

Fonte do artigo: http://www.mint.com/blog/how-to/5-rules-to-follow-when-lending-money-to-family-or-friends-0613/

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Alerta para fraude nos anúncios de crédito fácil e rápido (nos jornais e internet)

Certamente já se deparou com anúncios de crédito fácil e rápido, tanto nos jornais como na internet, não é verdade?

Nesse tipo de anúncios, o anunciante promete a concessão de crédito rápido e com taxas bastante atrativas, no entanto, em muitos casos trata-se de uma fraude, por isso todo o cuidado é pouco. Lembre-se: se parece demasiado bom para ser verdade, então provavelmente é mesmo.

Trata-se de indivíduos sem escrúpulos que aproveitam esta conjuntura de crise e escassez de crédito, de forma a atraírem as pessoas mais desesperadas e vulneráveis para a sua “armadilha” de crédito fácil e rápido.

 

Como funciona este tipo fraude?

O objetivo dos anúncios fraudulentos, veiculados por burlões e falsas entidades de crédito, é atrair os indivíduos que necessitam desesperadamente de financiamento, tentando depois obter o pagamento de um montante “a título de despesas de processo ou de honorários”, para depois informarem o consumidor de que o crédito não foi aprovado. O montante pedido pelos burlões pode ser de 100€, 200€, e nalguns casos até mais – dinheiro esse que o consumidor nunca terá de volta.

Em muitos casos, não há sequer processo nenhum, é tudo uma encenação que visa extorquir dinheiro às pessoas menos atentas.

Além disso, os consumidores podem ser enganados de 2 formas: através de instituições que dizem conceder créditos ou por supostos consultores financeiros. As primeiras têm como objetivo apenas conseguir o montante relativo às despesas de processo. Já os segundos dão a entender que o crédito foi aprovado, para receberem a comissão dos seus serviços, mas depois indicam que o banco não o concedeu.

 

Como evitar “cair” neste tipo de esquema

Normalmente nos anúncios fraudulentos apenas consta um nº de telemóvel ou um endereço de email, e toda a “negociação” é feita através dessa forma de contacto.

O meu conselho é que desconfie caso lhe peçam dinheiro adiantado. Se você não conhece a pessoa (ou a entidade) não deve enviar qualquer quantia.

Obviamente, nem todos os anúncios escondem uma possível fraude, por isso há que ter muito cuidado e certificar-se que está realmente a negociar com uma entidade idónea.

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Alerta de phishing para clientes do Banco BPI

Esta semana recebi um email fraudulento, e nesse seguimento decidi escrever este artigo.

Quase todas as semanas recebo emails fraudulentos (neste caso phishing), não só de vigaristas que se fazem passar por bancos, como também se fazem passar por outro tipo de empresas.

Para quem não sabe o que é o Phishing aqui fica uma breve explicação:

Em computação, phishing, termo oriundo do inglês (fishing) que quer dizer pesca, é uma forma de fraude eletrónica, caracterizada por tentativas de adquirir dados pessoais de diversos tipos: senhas, dados financeiros (como números de cartões de crédito) e outros dados pessoais. O ato consiste em um fraudador se fazer passar por uma pessoa ou empresa confiável enviando uma comunicação eletrónica oficial. Isto ocorre de várias maneiras, principalmente por email, mensagem instantânea, SMS, entre outros. Como o nome propõe (Phishing), é uma tentativa de um fraudador tentar “pescar” informações pessoais de usuários desavisados ou inexperientes.

 

Em nem sequer sou cliente do banco BPI, mas para o vigarista que enviou esse email isso não interessa, porque ele envia esse tipo de email em massa esperando que algum cliente do referido banco “morda o isco”, ou seja, que clique no link e submeta a informação solicitada.

Nessas situações eu aconselho que NUNCA clique em nenhum link e que apague imediatamente o email. Se for cliente do Gmail, você pode denunciar a tentativa de phishing ao Google. Abra o email, e clique na seta do lado direito para ver essa opção.

Para finalizar, sublinho que as instituições bancárias nunca pedem que os seus clientes enviem informações importantes / sensíveis via email. Além disso, esse tipo de emails normalmente exibem erros ortográficos e/ou frases mal construídas, tal como pode ver na imagem abaixo (Última frase: “Caso não seja efectuado dirigir-se á um de nossos balcões.”).

Tenha sempre o máximo cuidado e em caso de dúvidas dirija-se ao balcão do seu banco.

alerta de phising clientes bpi

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Curso de formação em Gestão de Finanças Pessoais – Todo o país

A Nova Etapa vai iniciar agora em janeiro um curso de Gestão de Finanças Pessoais, em várias regiões do país.

Nº de horas da formação: 16

De 9 de janeiro a 9 de fevereiro de 2013

 

Valor do curso: 80€ (+IVA)

 

Caso deseje saber mais sobre esta formação contacte para:

Telefone: 217 520 980
Email: info(arroba)nova-etapa.pt

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Famílias portuguesas estão a retirar cada vez mais dinheiro dos depósitos a prazo

Segundo dados revelados pelo BDP (Banco de Portugal), outubro foi o 3º mês consecutivo em que as famílias portuguesas retiraram dinheiro dos depósitos a prazo.

Só no mês de outubro foram resgatados 718 milhões de euros, sendo que o somatório dos montantes levantados nos últimos 3 meses ascende a 2689 milhões de euros.

O principal motivo para esta retirada de dinheiro é o facto das taxas de juro dos depósitos a prazo estarem a diminuir de forma acentuada, o que leva os depositantes a procurarem por outras formas de obterem uma maior rendibilidade.

 

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Crédito à habitação: Malparado já ultrapassa os 2%

O incumprimento continua a aumentar em todos os tipos de crédito.

No segmento do crédito à habitação a taxa de incumprimento está agora nos 2,02% (correspondentes a 2,2 mil milhões de euros). Apesar destes valores corresponderem a um novo máximo histórico, ainda assim é neste segmento que os casos de incumprimento são em menor quantidade.

Os níveis de incumprimento mais altos acontecem no segmento do crédito ao consumo e nos empréstimos para outros fins (11,40 % e 11,44 %, respectivamente).

Já no segmento do crédito empresarial o nível de incumprimento subiu para os 9,97%.

 

 

 

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